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CRIA Courses

public.dates

17 public.to 21 June 2024

public.enrollment

public.enrollment_until 31 May 2023

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Colégio Almada Negreiros (NOVA FCSH, Campus de Campolide)

public.time

10:00 - 18:00


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1 public.to 5 July 2024

public.enrollment

public.enrollment_until 24 June 2024

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Iscte


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public.objectives

FEE(S)

General public – 300€
Researchers from CRIA, ISTAR, ICNOVA (a 20% discount
should apply) – 240€
*The course is limited to 14 participants, and enrolment is on
a first-come, first-served basis.

Registation form at https://forms.gle/wdSJujU6NzN6vgs27

The dealine for registration is on Monday, 24th June.

The intensive workshop will take place in Lisbon in the first week of July, from the 1st to the 5th of July, 4 hours a day for 5 days, 20 hours in total.

Each day the workshop will be structured as the following part:

Lecture, each day on a different topic
Screening and presentation of VR and AR examples (use of VR headsets and PC)
Each student will make exercises in group and work on the development of an individual concept for the production of a new digital media product.
Pitching, group discussion, one-to-one and peer-to-peer feedback

public.program

1st day: Introduction and Lecture

Presentation of the course, the teachers and the participants, division in groups for the exercises

First lecture:

1- Introduction to new digital media: AR, VR, XR

2 – Crossings and grafts between cinema, animation, documentary, immersive journalism

3 – “Traditional” storytelling and immersive spatial narration

2nd day: Technical lecture and exercises (with the VR expert)

Lecturer by the PhD expert about use of the VR camera, VR sound, and editing.

Division into groups for exercises (inside and in the garden outside ISTAR-Iscte)

Editing in group with the supervision of the two teachers.

Uploading in VR headsets, experience and discussion about affordances and constraints of VR 360° videos.

3rd day:

Lecture:

How to write a project: concept, storyboard, treatment

Surfacing from traditional documentary to VR animation

Case study Affiorare: experience with VR headsets and discussion

In group, the participant will think a project to make the next day and present to the class

4th day

In group, participants will shoot their VR video.

5th day (with the VR expert)

Editing of the pieces, uploading in VR headsets, experience by the participants and final discussions.

Participant: 12 participants maximum (OR 14 depending on number of cameras)

Target: researchers and students with few experiences in new media and virtual reality

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public.dates

16 public.to 23 September 2021

public.enrollment

public.enrollment_until 07 September 2021

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Laboratório Audiovisual do CRIA - ISCTE

public.time

18h00 - 22h00


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30 September public.to 7 October 2021

public.enrollment

public.enrollment_until 22 September 2021

public.place

online, via Zoom

public.time

18h00 - 22h00


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public.dates

18 October public.to 25 November 2021

public.enrollment

public.enrollment_until 13 October 2021

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NOVA FCSH - Colégio Almada Negreiros (Campus de Campolide)

public.time

segundas, terças e quintas, das 18:00 às 20:00


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Estudantes de ciências sociais, arquitetura e arte, público em geral

public.objectives

O curso inquire sobre as relações entre arte, religião e sociedade a partir de uma perspectiva multidisciplinar. O seu objetivo não é o de estabelecer uma elucidação “analítica” e “teórica” do conteúdo dessas noções ou da natureza da relação entre os “domínios” ou “fenómenos” que circunscrevem. Procura-se antes compreendê-las a partir do modo como a sua articulação define formas históricas e culturais plurais de constituição dos planos de partilha intersubjetiva que estão na base do que chamamos de comunidade, povo, nação ou tradição. Para o fazer organiza-se em três módulos que focam a história da arte do ocidente; as raízes metafísicas e os percursos históricos da reflexão sobre a definição e função religiosa e secular da arte; e, por último, os rumos e cruzamentos das perspectivas da fenomenologia e da interrogação antropológica, histórica e filosófica sobre arte.

Docentes: João Borges, Ricardo Santos Alexandre, Guilherme Figueiredo e Filipe Verde

Valor da Inscrição: 140€ | 80€ (membros do CRIA)

public.program

Módulo 1 - História da Arte Ocidental

As primeiras ‘grandes’ civilizações: Egipto, Grécia, Roma - sistemas religiosos e arte
A emergência da arte Paleocristã, Bizâncio e o Renascimento Carolíngeo
A consolidação do sistema feudal e a arte da Alta Idade Média (Românico, Gótico, Mudejar)
Renascimento e Maneirismo, do humanismo à reforma protestante
A arte Barroca entre a Contra-Reforma e o ‘petit-genre’ popular
O Rococó e o colapso da sociedade aristocrática
Voltaire e Jacques-Louis David, as primeiras revoluções burguesas
Romantismo - Inglaterra, Alemanha e França
O drama doméstico: o caso de Ibsen
Decadência e revivalismo: a arte ultra-romântica da era Vitoriana
Realismo e expressão: o surgimento da fotografia, a obra de J.W. Turner
As primeiras correntes modernistas (fauvismo, cubismo, expressionismo, surrealismo)
O cinema como nova forma de arte (e de propaganda)
O papel da cultura ‘pop’ nos pós-2ª Guerra Mundial
Os novos meios e a arte conceptual
O papel da cultura ‘pop’ na atualidade
 

Módulo 2 - Arte e Filosofia

Concepções de arte na Antiguidade Egípcia e Grega - techne e poiesis
A “Ideia” e o “Belo” em Platão, Aristóteles, Estóicos e Neoplatonistas
Concepções de arte na Idade Média
Teoria da arte no Renascimento - a naturalização do pensamento sobre arte
Teoria da arte no Iluminismo e no Romantismo - aparecimento da estética - Burke, Kant, Schiller
Teoria da arte no séc. XX - Crítica da estética - Heidegger e Dewey
Religião, arte e as formas do divino
O símbolo para além da representação: presença e participação
Mircea Eliade - entre a religião e a arte
Teofania e Hierofania - a tangibilidade do divino
Espaço sagrado e o centro do mundo
 

Módulo 3 - Arte/Imagem, Religião e Sociedade

A tradição das tradições: Atenas e Jerusalém em A Escola de Atenas e A Disputa do Sacramento - Rafael
Modernidade e desencantamento - Moby Dick, de Herman Melville
A arte tem, ou teve?, uma história. De Hegel a Nietzsche, Heidegger e Gadamer: a crítica da estética e a promessa da
superação da metafísica da subjetividade
Arte/Imagem e Religião - entre Iconoclastia e Consagração
Arte e Ontologia - o Templo Grego, todos os Templos, o que é um Templo
Arte, Ritual e Sociedade - lugar, temporalidade e a formação do “nós”
Religiões seculares, arte e propaganda - O Triunfo da Vontade, de Leni Riefenstahl; O Couraçado Potemkin, de Sergei Eisenstein

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public.dates

6 public.to 10 March 2023

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Laboratório de Audiovisuais do CRIA (Iscte) – sala AA 126

public.time

17:30 - 20:30


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Destinado a investigadores e estudantes que usem ou queiram desenvolver e aprofundar estratégias de pesquisa etnográficas.

Nº de participantes: mínimo 8 / máximo 20 

Inscrição no curso deve ser acompanhada breve bio/cv e breve justificativa de interesse no curso enviada para o e-mail: paulo.raposo@iscte-iul.pt  

public.objectives

A etnografia é, talvez, o centro nevrálgico do empreendimento antropológico e, para muitos de nós, marca distintiva, ainda que não consensual, da disciplina. Ao retomar questões teórico-metodológicas centrais relacionadas à etnografia, este curso se direciona a pensar a prática etnográfica como experimentação e apontar caminhos possíveis e criativos para sua realização.

public.program

Dia 01 – Sobre começos (06/03 de 17h30 às 20h30)

Etnografia modernista. Etnografia como método. Etnografia como prática e experiência. Etnografia como teoria.

Dia 2 – Deslocamentos etnográficos (07/03 de 17h30 às 20h30)

Etnografia e pós-modernismo. Etnografia como texto. Epistemologia da produção etnográfica. Etnografia como afetação. Etnografia como montagem.

Dia 3 – Etnografia e multimodalidade (08/03 de 17h30 às 20h30)

Experimentação na prática etnográfica. Etnografia, imagem e som. Aproximação entre arte e antropologia do ponto de vista de seus fazeres. Narrativa transmídia e antropologia multimodal.

Dia 4 – Etnografia e processos coletivos de produção  (09/03 de 17h30 às 20h30)

Experimentação em processos etnográficos coletivos com imagens e sons. Filme e produção coletiva de conhecimento.

Dia 5 – Oficina de projetos  (10/03 de 17h30 às 20h30)

Neste dia, participantes do curso são convidadas a apresentar seus projetos de investigação em curso ou futuros e pensaremos coletivamente possíveis caminhos teórico-metodológicos tendo como foco a experimentação etnográfica.

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20 public.to 24 June 2022

public.enrollment

public.enrollment_until 31 May 2022

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Colégio Almada Negreiros NOVA FCSH, Campus de Campolide


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O Património Cultural Imaterial refere-se aos bens culturais imateriais, e elementos materiais e naturais associados, que são expressivos de identidades e memórias coletivas de grupos e comunidades. Em 2003, a UNESCO aprovou a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que entrou em vigor em Portugal em 2008, com o intuito de impulsionar o estudo, salvaguarda, valorização e divulgação da diversidade cultural e de fomentar o desenvolvimento sustentável.

Acreditado pela UNESCO no âmbito da Convenção para a Salvaguarda do Património Imaterial e com ampla experiência na investigação e promoção do PCI, o Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) convida agentes culturais, técnicos municipais e demais interessados a se inscreverem no curso “Metodologias da Antropologia para o Património Cultural Imaterial”.

 

Datas: 20 a 24 de junho de 2022

Horário: 10h00 às 18h00

Local: Colégio Almada Negreiros NOVA FCSH (Campus de Campolide)

Público-alvo: Agentes culturais, técnicos municipais, público em geral

Inscrição

valor: 170 euros
vagas: 10 (mín.) a 25 (máx.) participantes
prazo de inscrição: 31 de maio
prazo de pagamento: 8 de junho
cancelamento*: até 14 de junho
*O CRIA retém uma taxa de 10% na devolução da inscrição
formulário de inscrição
Contactos: +351 210 464 057 | cria@cria.org.pt | www.cria.org.pt

Organização: Centro em Rede de Investigação em Antropologia

Coordenação: Inês Lourenço, Joana Lucas, Marta Prista, Rodrigo Lacerda

Programa completo disponível para download abaixo.
Programa_CursoPCI_2022.pdf.pdf

public.dates

27 public.to 31 January 2020

public.enrollment

public.enrollment_until 19 January 2020

public.place

Colégio Almada Negreiros NOVA FCSH | Campus de Campolide

public.time

10h > 18h


public.presentation

public.target_public

Agentes culturais, técnicos municipais, público em geral

public.objectives

O Património Cultural Imaterial refere-se aos bens culturais
imateriais, e elementos materiais e naturais associados, que são
expressivos de identidades e memórias coletivas de grupos e
comunidades. Em 2003, a UNESCO aprovou a Convenção para a
Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que entrou em vigor
em Portugal em 2008, com o intuito de impulsionar o estudo,
salvaguarda, valorização e divulgação da diversidade cultural e de
fomentar o desenvolvimento sustentável.
O Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA),
enquanto promotor de diversas iniciativas nesta área e ONG
consultora da UNESCO no âmbito da Convenção para a
Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, convida agentes
culturais, técnicos municipais e demais interessados a se
inscreverem no curso Património Cultural Imaterial que tem como
objetivo capacitar os participantes para os principais debates e
instrumentos implicados na sua conceção, inventariação e
salvaguarda.

public.program

Programa [PDF]

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public.dates

3 public.to 7 July 2023

public.enrollment

public.enrollment_until 18 June 2023

public.place

NOVA FCSH (Avenida de Berna)

public.time

17:00 - 20:00


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public.objectives

A alimentação tem sido um tema abordado pela Antropologia desde os primórdios da disciplina. Nas últimas décadas multiplicaram-se os estudos antropológicos sobre alimentação, nomeadamente de cariz etnográfico, explorando temas tão diversos como: género, identidades, migrações, usos do passado, património, turismo, classes, nação, globalização, contribuindo para a afirmação e autonomização desta área de estudos. O curso “Comida, Identidade e Cultura: uma introdução da Antropologia da Alimentação” apresentado à Escola de Verão 2023 da NOVA/FCSH propõe-se refletir sobre algumas destas questões e enquadrá-las teoricamente à luz da Antropologia da Alimentação.

public.program

Sessão 1: Pensar a Antropologia da Alimentação no mundo contemporâneo: temas, tendências e metodologias  (Joana Lucas, CRIA – NOVA FCSH / IN2PAST).

Sessão 2: Dar sentido à mudança: práticas culinárias, identidade e memória em contexto migratório (Inês Mestre, CRIA – NOVA FCSH e ISCTE-IUL).

Sessão 3: Receituário da culinária portuense: contributos para o estudo da identidade e do património culinário da cidade do Porto (Carlos Baptista, FLUC-UC).

Sessão 4: O ritual, a religião e a alimentação: normas, práticas e transgressões (Joana Lucas, CRIA – NOVA FCSH / IN2PAST).

Sessão 5: Alimentação em museus: imaginando futuros. Apresentação e discussão dos resultados do exercício de pesquisa proposto no início do curso. (Inês Mestre, CRIA – NOVA FCSH e ISCTE-IUL).

Coordenação: Joana Lucas (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST)


Docentes: Joana Lucas (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST), Inês Mestre (CRIA, NOVA FCSH, ISCTE-IUL), Carlos Baptista (FLUC-UC)

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public.dates

3 public.to 8 July 2023

public.enrollment

public.enrollment_until 18 June 2023

public.place

NOVA FCSH (Avenida de Berna)

public.time

10:00 - 14:00 (2ª-6ª) | 10:00 - 15:00 (Sábado)


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public.objectives

Este workshop teórico-prático visa ensaiar cruzamentos possíveis entre desenho e antropologia, enquanto disciplinas do olhar.

Na história dos métodos do pensamento etnográfico, o desenho ocupou um lugar variável e intermitente. Nos últimos anos, porém, voltou a assumiu um certo destaque (Afonso 2004; Kuschnir, 2011; Cabau, 2016; Cabau; Almeida; Mapril, 2017). Este workshop enquadra-se neste regresso ao desenho, entendendo-o como uma ferramenta vocacionada para a observação do real. Apesar deste movimento de retorno, atualmente o desenho etnográfico é praticamente inexistente dos currículos de estudos antropológicos (uma inspiradora exceção encontramos em Kuschnir 2014) e, talvez por isso, não está formalizado em termos estilo, metodológicos ou expositivos (Azevedo 2016). Enquanto no passado o desenho utilizado na pesquisa etnográfica parecia seguir certas tendências representacionais – como o desenho anatómico e o de cultura material, retirados de outras disciplinas como a botânica ou a arqueologia – a atual não normatização pode ser libertadora (Cabau 2016). Uma vez que não estão convencionados métodos para desenhar em antropologia, o método ideal poderá ser “o não método”, uma “prática intensiva sem outra fixação que não aquela que cada assunto exige” (idem 2016: 36-37). Com este fio condutor, serão proporcionados espaços de reflexão teórico-prática através de um processo de “thinking through making” (Ingold 2011). Além dos métodos de observação e representação referidos para investigar a cultura material e elementos orgânicos, pretendemos explorar técnicas de registo gráfico de coisas, pessoas e outros seres vivos, bem como das relações que estes estabelecem entre si. Para tal, realizaremos exercícios de observação em três contextos distintos.

public.program

Sessão 1: O que foi e o que pode ser o desenho etnográfico? Apresentação dos cruzamentos entre desenho e antropologia na história da disciplina; O registo de dados brutos do terreno/uma forma de comunicação de resultados. Exercícios introdutórios de treino do olhar e desnaturalização de elementos do quotidiano.

Sessão 2, 3, 4 e 5: Sessões práticas de desenho em contextos urbanos. Sessões dedicadas a exercícios práticos de observação/representação em diferentes contextos da cidade de Lisboa, com atenção às relações entre coisas, pessoas e outros seres vivos, visando experimentar várias técnicas de representação gráfica, estimulando, sobretudo, o treino do olhar.

Sessão 6: Sessão de desenho em contextos urbanos. Apresentação e exposição de resultados. Reflexões finais.

Coordenação: Sónia Vespeira de Almeida (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST)
Docência: Sónia Vespeira de Almeida (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST), Daniela Rodrigues (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST) e Joana Miguel Almeida (CRIA-NOVA FCSH / IN2PAST)

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public.dates

28 public.to 30 September 2023

public.enrollment

public.enrollment_until 10 September 2023

public.place

NOVA FCSH

public.time

10:00 - 17:00


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public.target_public

Students, researchers and professionals in the fields of Anthropology, Social Sciences and Biological Sciences.

Number of participants: minimum 5 / maximum 20

Price: 90€ (20€ for students and 50€ for CRIA’s members)

Registration: The enrollment form includes a field for participants to write a brief justification of interest in the course (Portuguese or English) and explain which of these situations they are in: 1) I have never used GIS and I’m not familiar with mapping; 2) I have knowledge on some of the basics (what is a vector, raster), 3) I have previously used GIS for basic mapping, but I would like to know more. Students must provide a proof for enrollment in a university to carlos.moreira@cria.org.pt in order to apply for student prices.

public.objectives

Summary

Mapping is an essential tool for describing and understanding how humans and non-humans inhabit and share an environment. 

In shared landscapes, mapping, animal observations, habitats and landmarks (human occupation of land; e.g., agricultural fields, fountains) allows us to analyse the spatiotemporal dynamics of human-wildlife coexistence.

This course will provide basic tools for mapping multispecies occurrence and interactions with QGIS, which can be useful for researchers and students undertaking fieldwork. Examples of map construction in the context of anthropology and primatology fieldwork will be used. Participants will also get familiar with remote sensing, including accessing and processing satellite imagery and exploring openly available datasets (e.g., human population density, forest cover, protected areas).

Material: Each participant/student must bring their laptop

Coordination: Amélia Frazão Moreira and Tânia Minhós

Trainer: Elena (Hellen) Bersacola – Postdoctoral researcher associated with the Centre for Ecology and Conservation (University of Exeter). Hellen's research focuses on understanding human-wildlife interactions within complex socio-ecological systems using different techniques including camera traps, interviews, spatiotemporal models and analysis of remote sensing data. During the past eight years Hellen has worked in Guinea-Bissau, West Africa, and currently co-directs the Cantanhez Chimpanzee Project, a multi-institutional network of researchers and conservation practitioners working on primate ecology, health and conservation in Cantanhez National Park, a protected agro-forest landscape in Guinea-Bissau.

public.program

The course will be taught in English, face-to-face, combining the manipulation of mapping tools, using selected case studies for practical exercises.

The contents will be as follows:

- Introduction to mapping: You will be introduced to GIS and its components, including coordinate reference systems, vector and raster layers, different geoprocessing and analysis tools. We will access freely available shapefiles, including country and administrative areas, protected area borders and species geographical ranges.

- Work with vector shapefiles. You will create a map comprising different vector shapefiles including points, lines and polygons, created from GPS data, using analysis tools and a reference map. You will know how to edit and extract data from shapefiles.

- Work with raster data 1: satellite imagery and other raster data for map visualisation. You will familiarise with ESA Sentinel and other freely available data, including forest cover and human population density. You will search, retrieve and create new layers from satellite imagery. You will learn how to create a map showing your study area, including 'true colour' satellite imagery, country and Protected Area borders and other elements (roads, villages).

- Work with raster data 2: extract raster data for statistical analysis. You will be introduced to the use of raster layers in statistical analyses, such as species distribution models, and learn how to extract data from raster layers at pre-determined spatial points to add to your dataset. As an example, you will create a raster of normalised difference vegetation index (NDVI) covering a protected area and extract raster values at survey locations.

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