Fluxos Matrimoniais Transnacionais entre Brasileiras e Portugueses: Género e Imigração Paulo Raposo e Paula C. Togni Dezembro de 2009 Observatório da Imigração, 38 Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) 193 pp. | ISBN 978-989-8000-92-7 Estudo disponível aqui

Crescer fora de água? Expressividades, Posicionamentos e Negociações Identitárias de Jovens de Origem Africana na Região Metropolitana de Lisboa Marta Vilar Rosales, Vanessa Cantinho de Jesus e Susana Parra Novembro de 2009 Observatório da Imigração, 37 Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) 139 pp. | ISBN 978-989-8000-94-1 Estudo disponível aqui
Migrantes e Saúde Mental. A Construção da Competência Cultural Chiara Pussetti (coordenadora), Júlio F. Ferreira, Elsa Lechner e Cristina Santinho Outubro de 2009 Observatório da Imigração, 33 Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) 260 pp. | ISBN 978-989-8000-89-7 Estudo disponível aqui

(clique para ver o cartaz)
CINEMA PORTUGUÊS: PRIMEIRAS OBRAS, PRIMEIRAS VEZES
CINEMATECA PORTUGUESA Seg. [08] Fevereiro 19:30 | Sala Luís de Pina
REGRESSO À TERRA, 1992 - 35 min e SENHORA APARECIDA,1994 - 55 min de Catarina Alves Costa
Dois filmes como testemunho de uma iniciação: SENHORA APARECIDA foi a estreia oficial de Catarina Alves Costa no cinema, na linha documental e antropológica que os seus filmes têm vindo a prosseguir. A primeiríssima das vezes da realizadora aconteceu dois anos antes, com a assinatura de um filme de escola para o Granada Centre for Visual Anthropology (realizado no contexto de um Mestrado em Antropologia Visual em Manchester), REGRESSO À TERRA, que já apontava essa direcção. Atento às suas personagens e ao ambiente das suas origens, trata-se de um filme que regista a vida numa pequena comunidade do Minho, onde a chegada dos emigrantes durante a época estival sublinha a noção da pertença à terra e às suas tradições rurais. SENHORA APARECIDA também remete para a vivência do Verão numa pequena comunidade rural, registando um momento de conflito à volta da continuidade de convívio de um rito, a procissão dos enterros, com a festa religiosa da Senhora Aparecida que acabaria por desaparecer e de que o filme é o último registo. REGRESSO À TERRA ganhou o prémio de melhor filme de escola no Festival Internacional de Cinema Etnográfico de Gottingen de 1994, mas esta será a sua primeira exibição pública em Portugal.
THE 2010 ANNUAL MEETING AND CONFERENCE
ON GYPSY STUDIES
Lisbon, Portugal [September 8 to 10, 2010]
CRIA (Center for Research in Anthropology – Portugal) NEC (Núcleo de Estudos Ciganos/Nucleum of Gypsy Studies)
Local host on behalf of the Gypsy Lore Society
>> CALL FOR PAPERS (and general information) <<
Explicação e Hermenêutica Filipe Verde Angelus Novus, 2009.
("O Essencial Sobre" - Biblioteca Mínima, série Antropologia, coord. Luís Quintais)
Algumas obras humanas têm um poder magnético sobre os homens, no sentido em que, geração após geração, não apenas os acompanham mas também delimitam severamente a sua visão e entendimento de si e do mundo, e essas obras são invariavelmente o que nós chamamos obras de arte. O que define cada comunidade, o seu modo único e sempre total de ser - o seu entendimento do que é um ser humano, a sociedade, a natureza, deus, os deuses, o que for - nunca esteve no final de nenhuma generalização indutiva ou dedutiva, mas no modo como se desenham e constroem os templos, nas linhas e destinos humanos de uma epopeia, tragédia ou mito, no sentido iluminante de um verso ou na forma que uma escultura fixou para algum tipo de eternidade. A arte é portanto um meio de conhecimento e uma fonte de verdade, mas que conhecimento e verdade são esses? O seu interesse para a filosofia hermenêutica e para a antropologia reside no facto de ser um conhecimento sobre a interpretação, e por isso um conhecimento sobre o conhecimento, uma verdade sobre a verdade
Cultura e Cognição Luís Quintais Angelus Novus, 2009.
("O Essencial Sobre" - Biblioteca Mínima, série Antropologia, coord. Luís Quintais)
A mente é função de uma variedade de modelos neurológicos de diferentes graus de flexibilidade, o que nos permite justificar quer a diversidade psíquica da espécie quer a sua unidade psíquica essencial. À luz disto, podemos realizar ainda como o debate unidade/diversidade se baseia numa falsa dicotomia. Esta falsa dicotomia entre unidade e diversidade traduz uma outra: a separação entre a mente e acultura, ou, de outro modo, e para esclarecer o equívoco que aí habita, entre a suposta estruturação universal do contínuo cérebro-mente e a contingência e flutuação empírica dos modos de vida em que se desbobram as culturas humanas.
Está disponível o primeiro da série de Working Papers do CRIA:
"Ser mas não ser, eis a questão. O problema persistente do essencialismo estratégico" Miguel Vale de Almeida (ISCTE-IUL e CRIA/ISCTE-IUL)
RESUMO: A expressão "essencialismo estratégico" (originalmente proposta por Spivak) refere um tipo de solidariedade temporária para efeitos de acção social. O qualificativo "estratégico" estabelece uma ressalva em relação ao denegrido "essencialismo" e, simultaneamente, suspende as propostas alternativas de muita teoria social pós-estruturalista (nomeadamente na esteira de Foucault e, mais recentemente, de Butler) que apontam no sentido do estilhaçamento das categorias identitárias. Muitos movimentos sociais de cariz identitário não vivem separados da reflexão teórica e confrontam-se com o dilema de, por um lado, recusarem os próprios termos da categorização de que são alvo e, por outro, necessitarem de identificação com as categorias de modo a poderem movimentar-se no espaço público. No campo analítico, os cientistas sociais confrontam-se também com o dilema de estas duas opções serem mutuamente exclusivas. Propõe-se, nesta comunicação, que uma análise de base etnográfica e processual sobre as relações entre conflito, identificação e solidariedade, poderá ser o único caminho para ultrapassar o que, afinal, poderão ser falsos dilemas - propugnados por quem, na ciência social, não envereda pela etnografia ou por quem, nos movimentos sociais, não reflecte sobre as condições políticas da sua prática. PALAVRAS CHAVE: Política da identidade, essencialismo estratégico, movimento LGBT, antropologia e política
KEYWORDS: Politics of identity, strategic essentialism, LGBT movement, anthropology and politics
Fotografias do 1º Encontro de Outono - Poder, Saberes, Mediações (Linha de Investigação do Centro em Rede de Investigação em Antropologia), Lisboa, ISCTE-IUL, 29-31 de Outubro de 2009 no Auditório B2.03.
Ver galeria > aqui <

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