Resumo
Reunindo trabalhos desenvolvidos em Portugal e no Brasil sobre circuitos prisionais contemporâneos, discute-se o modo como as tecnologias digitais emergem nos fluxos intra e extramuros que reatualizam normas, dispositivos penais, formas de mobilização e modos de associação entre pessoas privadas de liberdade ou que já o foram, familiares, investigadores, juristas -- entre outros. O que sabemos sobre o antes e o depois destas interações e ecologias associativas? Que balanço é já possível tentar para apurar o que essas tecnologias proporcionaram de novo nestes universos sociais, o que induziram, o que lhes éespecífico? Discute-se, ainda, os usos -- e privações de usos -- das tecnologias digitais no mundo prisional, suas implicações na gestão, nos regimes de controlo e na vivência da reclusão, sua insinuação em estratégias informais de vigilância e sua inscrição contraditória entre processos de normalização e contranormalização. Que desafios, possibilidades, bloqueios e reconfigurações geram -- dentro, fora e na interface entre estes mundos?
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16/09/2025 , 10:30-19:00
Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga
Oradoras/es: Ada Rízia
Alana Barros
Ana Clara Klink de Melo
José J. Semedo Moreira
Manuela I. Cunha
Natália Lago
Rafael Godoi
Rafaela Granja
Moderadoras: Natália Padovani
Raquel Matos
CRIA-UMinho | Departamento de Sociologia da Universidade do Minho | GI Quotidianos, Políticas, Desigualdades
Entrada livre
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