Marianna F. M. Monteiro

Grau académico: Doutoramento
Categoria: Visitantes
Polo institucional: ISCTE-IUL
Grupo de investigação: Práticas e Políticas da Cultura
Linha temática:
Interesses de pesquisa: Decolonialidade | Kola San Jon | Cova da Moura
Contextos de pesquisa: Portugal
Contacto: mmartinsmonteiro@gmail.com
Mais informação:

Nota biográfica

Possui graduação em Ciências Sociais, mestrado em Filosofia e doutoramento em Filosofia pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professora assistente da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, no curso de Artes Cênicas do Instituto de Artes. Integra o Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Artes da Unesp. Tem experiência em artes cénicas, dança e teatro, tendo-se profissionalizado como atriz em 1976. Dedica-se à pesquisa em artes focadas no teatro, na performance, na dança brasileira e no teatro popular. É autora dos livros “Noverre: Cartas sobre a Dança” (Edusp,2002), “Dança Popular: Espetáculo e Devoção” (Terceiro Nome, 2011) e, em coautoria, “Antropologia e Performance: Ensaios Napedra” (Terceiro Nome, 2013). Coautora dos vídeos: “Lambe Sujo – uma Ópera dos Quilombos”, “Balé de Pé no Chão: a Dança Afro de Mercedes Baptista” e “A Pedra Balanceou”. Membro da Associacão Cultural Cachuera! desde 1981. Recebeu o prémio de melhor pesquisa em dança da Associação Paulista de Críticos de Arte- Apca pelo livro “Noverre: Cartas sobre a Dança”, e o prémio de melhor roteiro e pesquisa pelo filme “Balé de Pé no Chão: a Dança Afro de Mercedes Baptista”, no Festival Internacional do Filme Etnográfico do Rio de Janeiro. Na Unesp lidera o grupo de pesquisa Grupo Terreiro de Investigações Cênicas: Teatro, Brincadeiras, Rituais e Vadiagens. Na USP é pesquisadora no grupo de pesquisa Núcleo de Antropologia da Performance e do Drama – Napedra. Desde 1980 dedica-se à pesquisa das culturas populares brasileiras, em especial às danças dramáticas e às danças dos quilombos. Atualmente busca dar à sua pesquisa uma dimensão transnacional. No Instituto de Arte da Unesp fundou o Terreiro Fundo da Barra, espaço para a apresentação e encontro de grupos populares.

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