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Café com Antropologia – Feminismo e Interseccionalidades
11 Março, 18:30
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Café com Antropologia
Feminismo e Interseccionalidades
Com: Alesa Herero, Fabiana Leonel, Lúcia Furtado, Maria Gil e Tathiane Mattos, com moderação de Rita Costa
11 de março de 2019, 18h30
Sala B2.01, Ed. 2, ISCTE-IUL
Organização: Rede de Doutorandxs CRIA e NEAI
O Café com Antropologia remete para um ambiente descontraído, fazendo uso de espaços menos convencionais para fazer surgir relações de amizade proporcionadas pela troca de alimentos. Nestas conversas há à disposição dos participantes café, chá, sumos uns bolos e biscoitos. Em muitas partes do mundo, visitantes, parentes, ou amigos são geralmente recebido com um café; sendo também o pretexto entre pessoas que se querem conhecer melhor ou conversar. Aqui a finalidade é promover o diálogo dando a oportunidade aos investigadores para falar sobre os seus trabalhos e suas pesquisas de um modo informal, criando assim uma rede de apoio onde será possível promover o debate com outros pares.
No mês de Março celebra-se o Dia Internacional da Mulher e o 4º Café com Antropologia propõe uma conversa em torno da temática Feminismo e Interseccionalidade. A roda de conversa entrecruzará pesquisas académicas e a militância civil.
Alesa Herero frequenta o curso de Sociologia no ISCSP-ULisboa, é membro fundador do INMUNE, Instituto da Mulher Negra em Portugal e diretora do departamento de género, feminismos e questões LGBTIQ, indo discursar sobre a forma como, através da arte procura abordar estas questões. Fabiana Leonel é doutoranda em Antropologia na NOVA FCSH, e a sua pesquisa etnográfica incide sobre o discurso das ‘periguetes’ sobre si mesmas e o cenário do pagode baiano, pensando a autonomia e sexualidades de mulheres negras jovens e periféricas. Lúcia Furtado é Licenciada em Contabilidade e Administração pelo ISCAL, ativista anti-racista e feminista, Presidente da Direcção e uma das fundadoras da Femafro – Associação de Mulheres Negras, Africanas e Afrodescendentes em Portugal vai abordar a mulher negra na perspectiva da interseccionalidade, e como a sua invisibilidade cria desigualdades que as remetem quase sempre para a base da pirâmide social. Maria Gil é atriz e ativista, o seu discurso permeará sobre a mulher e cidadã, que existe e resiste, e está num plano de se tornar a mudança face às opressões em que está nessa condição de cidadã portuguesa, mas mulher e cigana. Tathiane Mattos é doutoranda em Antropologia no ISCTE-IUL, e a sua pesquisa passa pela representatividade das deusas afro-brasileiras – as Yabás – em Lisboa, tanto no campo artístico como no religioso. Procura perceber os papéis destas representatividades com os fluxos transatlânticos.
Com moderação de Rita Costa.
Estão todxs convidadxs, contamos com a v/ presença para um café e conversa!
Link: https://www.facebook.com/events/2287678074811566/

